Workflows não são agentes: a distinção que evita a maioria dos projetos de agente que dão errado
- O que é
- O texto de Erik Schluntz e Barry Zhang, da Anthropic, separa workflows (caminhos de código predefinidos que chamam modelos) de agentes (o modelo decide o próprio caminho), cataloga cinco padrões de workflow — encadeamento, roteamento, paralelização, orquestrador-trabalhadores, avaliador-otimizador — e recomenda começar pelo mais simples que resolve o problema.
- O que foi demonstrado
- Não há benchmark; o resultado é uma taxonomia. A recomendação central: use agentes só quando o problema exige flexibilidade e decisões que dependem do que o modelo encontra, e aceite o custo e a latência que vêm junto.
- O que ainda não foi
- É um texto de fornecedor, escrito para clientes da própria Anthropic. Os exemplos são genéricos de propósito.
- Por que importa
- É o vocabulário que times de produto e engenharia precisam compartilhar antes de discutir “colocar um agente” em qualquer coisa.
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